Notícias do mundo das vendas

Nestlé do Brasil planeja crescer, no mínimo, o dobro do PIB este ano

Crislaine Coscarelli

SÃO PAULO – “Precisamos, no mínimo, crescer o dobro do PIB, mas não estamos aqui para apenas manter o status quo, precisamos de mais que isso”, a afirmação foi feita pelo presidente da Nestlé no Brasil, Ivan Zurita, durante evento realizado em São Paulo. O executivo afirmou também que a maior preocupação da multinacional em relação à crise é a manutenção do emprego, pois sem ele a economia é prejudicada como um todo. “Estamos vivendo um momento diferenciado, em que decisões mais rápidas e também projetos de retorno rápido são exigidos. A Nestlé não mudou seu plano de investimento no Brasil e reafirma o seu compromisso com o País”, disse, relembrando que a empresa contratou 1.500 funcionários em janeiro para um projeto específico e fechou o primeiro mês do ano com números positivos. O executivo confirmou que a empresa alcançou os números estimados para o fechamento de 2008, que devem ser oficialmente anunciados nas próximas semanas.

Parceria com Arno

Zurita conversou com a imprensa durante evento de lançamento de uma parceria da companhia que preside no Brasil com a Arno, o Nescafé Dolce Gusto, que consiste não só em uma linha de bebidas à base de café como também no lançamento no Brasil de uma máquina de café exclusiva para esses produtos. “No momento em que o mundo todo passa por uma turbulência, as duas companhias [Arno e Nestlé] mostram sua confiança no Brasil”, afirmou Zurita.

De acordo com o presidente da Arno, Márcio Cunha, o projeto da máquina juntamente com as bebidas especiais já existe há cerca de dois anos e meio no exterior. As máquinas são atualmente fabricadas na China e serão importadas e terão custo final sugerido de R$ 599, mas nada impede que no futuro sejam também fabricadas aqui, segundo Cunha. “Projetamos faturamento de cerca de R$ 40 milhões em três anos”, afirmou.

Já a Nestlé projeta faturar cerca de R$ 200 milhões nos próximos três anos com a venda do que a empresa chama de “cápsulas” que contêm a mistura para as bebidas à base de café.

O Nescafé Dolce Gusto estará à venda a partir de março em São Paulo e na Região Sul, nas redes de supermercados e magazines especializados em eletrodomésticos. O produto incluirá um kit de boas-vindas contendo um copo para Latte Macchiato, uma xícara para Cappuccino e 16 cápsulas variadas para o consumidor degustar os produtos em casa. As cápsulas também serão encontradas em lojas de auto-serviço.

Fonte: DCI – Diário do Comércio, Industria & Serviços, www.dci.com.br

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Em meio à crise campanha de marketing mira nos 60% de crescimento

Instituto de Vendas elabora campanha de marketing com objetivo de crescimento de 60% para a distribuidora Casa Aladim.

Rio de Janeiro – A Casa Aladim, distribuidora de produtos de perfumaria, higiene e beleza (são 45 fornecedores nacionais e multinacionais como Wella, Monange, Taiff, entre outras) com forte presença em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Goiás e Distrito Federal completa 50 anos em 2008 e lança uma campanha de marketing intitulada “Rumo aos 100”, com objetivo de alavancar suas vendas em 60% em 2009. Em parceria com os fornecedores e no meio de uma onda de pessimismo, quer comemorar seus 50 anos e consolidar a parceria com seus fornecedores visando o longo prazo.

A campanha “Rumo aos 100” (um simbolismo de 50 Anos de Vida + 50 Anos de Futuro) considera estratégia e ações na forma de gestão, cultura, processos, desenvolvimento de pessoas e fluxo de informações com fornecedores, estreitando os laços e convergindo interesses entre a indústria e a Casa Aladim, gerando impacto na indústria, funcionários internos, clientes e equipe de vendas.

A campanha foi elaborada visando não só o aumento de vendas, mas o posicionamento estruturado e correto da marca “Casa Aladim”, visando os próximos 50 anos, o desenvolvimento de novos canais de mídia e das equipes internas e de vendas, a introdução da meritocracia em toda a empresa, com a premiação veiculada aos indicadores de resultado desenvolvidos em conjunto com as lideranças, além de contar com uma premiação para equipe de vendas bastante agressiva (os ganhadores têm como opção utilidades domésticas, produtos de informática, artigos esportivos e de praia, brinquedos, aparelhos eletrônicos e de cuidados pessoais, acessórios automotivos e veículos)

O lançamento da campanha aconteceu num jantar em Salvador em novembro do ano passado e contou com a presença de todos os fornecedores e a participação de 33 presidentes das empresas fornecedoras com a adesão e investimento de 90% dos 45 fornecedores na campanha. Outro evento de destaque foi a Convenção de Vendas em Teófilo Otoni (interior de MG, sede da Casa Aladim) com a participação de 40 fornecedores em exposição e treinamento para a equipe de vendas e o alto envolvimento dos fornecedores e lideranças em todos os aspectos da campanha;

A campanha se estenderá por 2009 e contará com um calendário anual de treinamento em formato presencial (Seminário de Equipes em abril, julho e outubro para apresentação de resultados e metas da fase da campanha, além do aspecto motivacional e treinamento de produtos) e virtual (Jornal Rumo aos 100, um informativo impresso com pequenas seções com textos e questionários, elaborados pelos gerentes e pelos patrocinadores, que se respondidos corretamente pelos participantes, irão pontuá-los para a campanha e o Programa de Desenvolvimento em Vendas que será realizado através de um sistema de educação a distância (ferramenta Moodle) e com acesso via internet e por e-mail) que atrelará desenvolvimento dos conhecimentos à premiação.

A campanha foi elaborada pelo Instituto de Vendas, empresa carioca especializada em dar suporte às empresas em todas as fases da atividade de vendas. Seus serviços incluem dimensionamento e segmentação de mercado, definição de estratégia de vendas, modelagem de processos de vendas, identificação do perfil adequado e do formato de contratação para equipe de vendas e avaliação do nível atual de competências, da equipe, treinamento e motivação de equipes, campanhas de incentivo e convenções de vendas além da definição de índices de mensuração de vendas. | www.institutodevendas.com.br

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=66010

 

 

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Para o consumidor carioca atendimento não é prioridade

Publicado em 27/01/2009 por Gabriela Fontes

Pesquisa realizada pela TNS InterScience para a Abrarec e Grupo Padrão revela quais são as preferências dos clientes na hora de comprar

Na hora das compras, os cariocas estão mais preocupados com a qualidade e o preço dos produtos do que com o atendimento.

Segundo pesquisa feita pela TNS InterScience com exclusividade para Associação Brasileira de Relações Empresa-Cliente (ABRAREC) junto com a revista Consumidor Moderno, do Grupo Padrão, a qualidade dos produtos e/ou serviços lidera o ranking de prioridades com 74% da preferência. Com a economia na cabeça do consumidor, o segundo lugar foi para o preço – que teve um pequeno aumento de 6% em relação à pesquisa feita no ano de 2007.

Os cariocas responderam sobre oito itens e deram sua opinião sobre as empresas que mais os respeitam. Entre eles: atendimento; qualidade dos produtos e/ou serviços; preço; propaganda ética, séria e comprometida; responsabilidade social e compromisso com o meio ambiente; e monitoria da satisfação dos clientes por meio de pesquisas.

Uma surpresa na pesquisa foi a preocupação dos consumidores cariocas com temas até então relegados a segundo e terceiro planos: responsabilidade ambiental (49%) e social, que teve um aumento de 10% nas citações da pesquisa (44%).

Em contrapartida, o item atendimento diminuiu 4% e ficou com 63%, enquanto a monitoração de satisfação do cliente pulou de 37% do ano passado para 47% em 2008.  A propaganda ainda não está entre os quesitos essenciais e teve uma leve queda, ficando com 40% ante os 43% do ano anterior.

Ivani Rossi, diretora de negócios da TNS InterScience, explica o porquê do aumento da exigência do consumidor carioca quando o assunto é monitorar sua satisfação.  “Ele (consumidor) se considera respeitado, valorizado, quando a empresa vai atrás de suas preferências e disponibiliza produtos e serviços com base em seus anseios” , explica.

Segundo Roberto Meir, especialista internacional em relações de consumo e um dos realizadores do estudo, as empresas brasileiras estão na corrida para se adequarem ao novo cenário das relações de consumo. “Esse levantamento auxilia na criação de estratégias pertinentes. É importante ressaltar que para o consumidor carioca atributos como qualidade, atendimento e preço são imprescindíveis, o que pode  – e varia – em outras capitais brasileiras”, relata.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa aponta o nível de satisfação do consumidor com as empresas que o servem, seguindo os atributos já mencionados, que são classificados em três critérios: básicos e imprescindíveis, agregadores de valor e diferenciais. O primeiro se refere àquilo que, na visão do cliente, é indispensável que a empresa possua; o segundo, acrescenta valor, mas não chega a ser um diferencial, e, finalmente, o que realmente é um “plus”.

A pesquisa abrange um universo de 1250 consumidores das cidades de São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte. Dela participam homens e mulheres com mais de 18 anos, das classes sociais A, B, C e D, que escolheram 8 segmentos de maior familiaridade (das melhores empresas em 40 segmentos de mercado),  por meio de entrevista espontânea.

No panorama geral, é interessante notar a predominância dos fatores-chave em relação ao ano passado. Na pesquisa realizada em 2007, os itens que aparecem como básicos e imprescindíveis são os mesmo de 2008. “Isso prova que o consumidor está mais atento às empresas e ao que elas oferecem. Com isso, o nível de exigência é maior, o que induz as empresas a evoluírem constantemente a fim de agradar um novo perfil de consumidor, mais exigente e mais ligado às questões sociais e que valoriza cada vez mais seu dinheiro”, explica Ivani Rossi, diretora de negócios da TNS InterScience.

Segundo Meir, muitas empresas ainda pecam por não atentarem ao trinômio atendimento, qualidade e preço, já que são os mais importantes de acordo com a pesquisa.

Básico e imprescindível

 

Qualidade

52%

 Atendimento

 58%

Preço

53%

 

Diferencial

 

Monitoramento da satisfação dos clientes

26%

 

Agregadores de valor

 

Responsabilidade social

42%

Responsabilidade ambiental

40%

Propaganda

42%

 Fonte: www.consumidormoderno.com.br

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Indústrias de chocolates abrem 25 mil vagas em 2009

 

 

 

 

 

 

 

Quarta-Feira, 21 de Janeiro de 2009 9:37

Dados da Associação Brasileira de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados revelam que pequenas, médias e grandes empresas não se intimidam com a crise financeira

 

A crise financeira internacional não conseguiu desanimar os empresários da indústria de chocolates. De acordo com a Associação Brasileira de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), que representa 18 empresas, o número de contratações temporárias para produção de produtos de Páscoa será de 25 mil funcionários. O número é praticamente igual ao de 2008. Segundo a associação, esses profissionais podem ser efetivados ou aproveitados para substituir férias de funcionários do quadro.

Os trabalhadores estão sendo contratados desde o fim de 2008 por pequenas, médias e grandes empresas. Juntas, reforçarão as linhas de produção com 7,5 mil funcionários. Já as áreas comerciais contratarão 17,5 mil profissionais, divididos entre promotores de vendas e motoristas.

O presidente da entidade, Getúlio Ursulino Netto, afirma que a crise financeira não provocou grandes impactos no setor por diversos fatores. “Trabalhamos com produtos de uso continuado (chocolate em barra, bombons e tabletes). Além disso, contamos com 600 mil pontos de vendas. O preço das matérias-primas não teve aumento relevante. Também já estamos com todas as encomendas fechadas”, disse.

Os dados da Abicab são confirmados por Enor Francisco Terres, proprietário da pequena empresa Chocolates Lugano, de Gramado (RS). Para atender a demanda deste ano, ele contratará 40 funcionários temporários, que prestarão serviços em sua empresa até o mês de abril. Ele lembra que, em 2008, essas contratações foram de apenas 15 funcionários.

Enor não acredita que a crise financeira atingirá as vendas. Para garantir isso, o empresário passou a investir em novos mercados e inovar sua linha de produtos. Este ano, a empresa conseguiu a licença oficial de mais de dez times de futebol da série A do Campeonato Brasileiro para reproduzir seus mascotes nos produtos, além de chuteiras e bolas de chocolate, combinando sabor e paixão.

“A linha já está sendo comercializada em lojas especializadas dos times de futebol em todo o Brasil. Com essas novidades, as vendas nesta Páscoa devem crescer em 30%”, comemora Enor.

O empresário Márcio Marcondes, proprietário da Munik Chocolates, localizada em São Paulo, também está otimista com as vendas de Páscoa. “Ao contrário do que se especulava, de que poderia haver uma queda nas vendas de Natal, houve um aumento de 2% em relação o ano passado”, explica Márcio. O empresário acredita que esse resultado deverá se repetir na Páscoa. “Esperamos aumento de 7% nas vendas”, afirma.

Para atender bem seus clientes, Márcio investiu recentemente em mais duas lojas e contratou 60 funcionários temporários. “Vamos aproveitar parte da mão-de-obra utilizada no Natal, quando foram contratados 80 funcionários. Desses, 60 irão reforçar os setores de produção e vendas”, explica.

Sabor lucrativo

De acordo com a Abicab, a produção de chocolates (barras, bombons, tabletes e produtos de páscoa) atingiu 300 mil toneladas em 2008, 2,7% a mais que em 2007. O crescimento desde 2005 é de 35%.

Em 2007, o faturamento do setor foi de R$ 10,4 bilhões, divididos em: R$ 7,2 bilhões em chocolates; R$ 2,7 bilhões em balas, confeitos e gomas de mascar; e R$ 519 milhões em amendoins.

As exportações geraram US$ 300 milhões, com uma venda total de 158 mil toneladas, para 142 países. Os dez maiores compradores foram Estados Unidos, Argentina, Paraguai, África do Sul, Canadá, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Angola e Chile. Os países da América do Sul receberam 33% das exportações em 2007, sendo a maior região compradora.

Fonte: www.empreendedor.com.br

 

 

 

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